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A moda sempre terá Paris...

E A Parisiense sempre saberá como salvar uma produção da mesmice




[caption id="attachment_86" align="aligncenter" width="985"]DIDÁTICA  Ines fala com propriedade e simplicidade sobre os segredos da moda DIDÁTICA  Ines fala com propriedade e simplicidade sobre os segredos da moda[/caption]

 A sentença correta é Nós sempre teremos Paris. Ficou famosa na fala Humphrey Bogart em Casablanca (1942). No filme, ela a diz  na cena em que coloca o ponto final entre o seu personagem, Rick, e o de Ingrid Bergman (Ilsa). Mas na moda ela deve ser lida por outro ângulo: o da parisiense Ines de La Fressange, autora de A Parisiense. O livro segue um formato simples e dinâmico, com informações organizadas de maneira direta, com tópicos objetivos apoiados por imagens, a grande parte protagonizada pela filha, Nine D’Urso de La Fressange.


Entre sins, talvez e não, jovem veste os sete clássicos básicos apontados por Inês como chave para um visual 100 % (made in) Paris. Na lista, além do icônico pretinho básico, está o trench coat, a calça jeans, a camiseta sem manga, o casaco de couro, o blazer e o suéter azul-marinho.

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Ou seja, funciona bem no papel de guia prático e econômico, já que propõe a montagem de um closet baseado em peças-chave, que tem como grande adjetivo a sobriedade do atemporal. Da primeira parte, Vista-se como uma Parisiense, até a quarta, A Paris de Inês, a leitora é suprida de listas com dicas para combinar, descombinar, decorar e, claro, passear por Paris – sequência com indicações de hotéis, restaurantes, museus, livrarias, lugares interessantes para quem vai com crianças e, claro, cafés.

No capítulo A Moda Parisiense ela reúne uma seleção de endereços da moda parisiense, prestigiando também a opção compras on-line. O combo Maje, Sandro e Ba&sh* aparece como opção para quem curte o estilo fast fashion com informação de moda segura de magazines como H&M e Zara – itens de sempre nas araras: suéteres de paetês e shorts de brim.

E como receita, Ines e Sophie Gachet, jornalista de moda e colaboradora no projeto, indicam acessórios – bolsas, sapatos e bijuterias – que podem salvar uma produção, assim como contraindicam um pouco mais de uma dúzia do que chamam de pecados fashion, como, por exemplo, sutiã com alças transparentes e fio dental com jeans cintura baixa.

O material inspirou o primeiro ensaio do Mon Dieu! Por quê? Além da referência óbvia a Cidade Luz, não mais o único centro de referência quando o assunto é moda, mas indiscutivelmente seu berço, a ideia de pensar a moda de forma ampla, respeitando seu dinamismo, mas evitando as armadilhas do consumo vazio, muito interessa a quem gosta e respeita a moda: eu.

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